quarta-feira, 23 de julho de 2014

A Copa do mundo, o futebol e o Estado

Não cabe ao Estado brasileiro reorganizar o futebol profissional. Houve a renúncia fiscal e não aconteceu nada de positivo. Os governos devem investir no esporte de massa nas comunidades e nas escolas. Abrir mão de impostos para dar dinheiro a empresários que montam times/escolinhas para descobrir talentos a serem negociados para o exterior não me parece ser uma boa política. O Estado deve agir com rigor, cobrando seus impostos, não permitindo que instituições privadas esportivas tenham em seus eventos segurança pública e deixando o futebol profissional com seus clubes e dirigentes. A CBF perdeu uma Copa e todos querem mudar tudo, via Estado. O Estado deve agir sem paternalismo e cuidando é dos interesses maiores do povo brasileiro. Talvez, sem apoio governamental, sem incentivos fiscais, os clubes comecem a se mexer em direção ao que é melhor para o esporte de alta performance.