sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Desenvolver "infraestrutura"

Desenvolver "infraestrutura"



O termo "infraestrutura" abrange toda espécie de coisas, desde portos até estradas, canais, pontes, construção de linhas ferroviárias. Porque ele abrange uma tão grande amplitude de coisas, muitas das quais parecem ser úteis, a maior parte das pessoas encara o desenvolvimento de "infraestruturas" como algo indubitavelmente desejável sob todas as circunstâncias. Poucas perguntas são formuladas acerca da sua validade quando o governo atribui grandes recursos para o sector das "infraestruturas", ou quando recomenda a bancos do sector públicos que dêem maiores empréstimos para o desenvolvimento da "infraestrutura". 

domingo, 23 de outubro de 2016

Dívida, o novo pesadelo

Dívida, o novo pesadelo



Como era de esperar, os jornais e TVs da velha mídia nada noticiaram. Em sintonia com o governo Temer, estavam ocupados em demonizar o tímido gasto social do Estado brasileiro. Mas em 5 de outubro, um novo relatório do FMI sobre a estabilidade financeira global lançou o alerta. Apesar de irrigado, desde 2008, por seguidas operações de “salvamento”, sempre com dinheiro público, o sistema financeiro internacional não se recuperou. Embora a grande tempestade tenha passado, “os riscos de médio prazo continuam a crescer”. E — mais intrigante — mesmo no caso de uma recuperação sustentada das economias (algo que não parece próximo), os problemas não estarão sanados.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

AS CONVICÇÕES E O FASCISMO

Mauro Santayana: AS CONVICÇÕES E O FASCISMO



Revista do Brasil) -   Os países, como as pessoas, precisam tomar cuidado com as suas convicções.



Convicções arraigadas, quando não nascem da informação, da razão, do conhecimento, costumam ser fruto do ódio, do preconceito e da ignorância.

Não é por acaso que entre as características do fascismo, a mais marcante está em colocar, furiosamente, a convicção acima da razão.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Economistas rejeitam ultimato e propõem alternativa à PEC 241 |

Economistas rejeitam ultimato e propõem alternativa à PEC 241 







|Desde o final de 2014 a sociedade brasileira vem sendo coagida a acreditar que não há alternativa ao suicídio, exceto o juízo final diante dos mercados.

A austeridade fiscal, rebatizada sugestivamente de ‘austericídio’ no continente europeu, onde vigora há mais tempo e com resultados sabidos, tem sido prescrita aqui para um metabolismo econômico de sinais vitais declinantes.
A partir do golpe parlamentar de 31 de agosto, a dose transmudou-se em purga radical.
Indiferente à perda de pulso do doente espremido entre a conjura conservadora e o esgotamento de um ciclo de desenvolvimento, os científicos da austeridade cobram rigor redobrado na terapia.
Prescreve-se, entre outras coisas, 20 anos de coma induzido através da PEC 241, a PEC da Maldade, que atinge o coração da Constituição Cidadã de 1988, lancetando qualquer espaço de ganho real para o guarda-chuva de direitos, inscritos na Carta que completou 28 anos.
Ao contrário de reagir, a nação deriva.
Diagnósticos equivocados e argumentos falaciosos buscam na verdade subordinar a sociedade, definitiva e permanente, à supremacia da lógica rentista.
O resultado é a imposição de um outro projeto de país, que rasga princípios e valores pactuados na Assembleia Constituinte de1987, sem a consulta à cidadania diretamente atingida pelo desmanche ardiloso da Carta Cidadã.
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Como os super-ricos brasileiros evitam impostos

Como os super-ricos brasileiros evitam impostos



Com base em dados da Receita, economista calcula: 0,05% da população ganham mais de R$ 100 mil ao mês; e 0,15%, mais de R$ 50 mil. Eles pagam apenas 7% de Imposto de Renda

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Convite à desconstrução da PEC-241

Convite à desconstrução da PEC-241 | Outras Palavras

Retrocesso

Aumenta o número de pessoas que procuram a previdência privada gerida pelos bancos. Eles cobrar taxas de administração para trabalhar com o dinheiro das pessoas por 15, 20, 25 anos para depois entregá-lo a prestação com juros bem abaixo dos juros que cobram para fazer empréstimos.
Ganham duplamente com juros e com taxas de administração nem sempre baixas.
Esse aumento da procura da previdência privada é o primeiro resultado da reforma da previdência que o governo quer implantar. O objetivo não declarado já está dando resultado.
A PEC da limitação de gastos por 20 anos foi aprovada em primeiro turno na Câmara Federal. Tira dinheiro de programas sociais como educação e saúde, entre outros. Tudo para garantir os extorsivos juros aos banqueiros.
O pré-sal já sofreu uma primeira investida das multinacionais do petróleo com a quebra da obrigatoriedade da Petrobrás participar em todas as explorações. A próxima etapa será quebrar o sistema de partilha e impor o sistema de concessões tão ao gosto das irmãs petroleiras.
A divulgação dos resultados do ENEM com o "esquecimento das escolas públicas federais" para mostrar a maior eficiência do ensino privado foi uma clara tentativa de vender para o distinto público a ideia de que é preciso privatizar o ensino.
Nunca um governo trabalhou em tão pouco tempo para o andar de cima e os interesses americanos como esse governo Temer.
E já rapidamente se transforma do governo mais entreguista da História brasileira.
E mais coisas virão ainda no campo trabalhista, com reformas para quebrar direitos conquistados há décadas.